Tuesday, March 28, 2017

Judith Teixeira na «Anim'arte» nº 103


Entre as páginas 4 e 5, plasmam-se uma notas biográficas sobre a escritora ("Judith Teixeira: Notas Biográficas") subscritas por Maria das Dores Almeida Henriques, Diretora do Arquivo Distrital de Viseu.

Thursday, November 03, 2016

Memória de Judith Teixeira em conferência de Branca de Gonta Colaço


Memória de Judith Teixeira em conferência de Branca de Gonta Colaço

Vinda da intensidade e do desejo, a literatura de Judith Teixeira pôde ser esquecida como um excesso contra o devir. Mas não o poderia para sempre. Onde tudo é possível, a fissura erótica age e deflagra-se nas camadas mais lateralizadas do desaconchego canónico até ao centro possível – acêntrica, a textologia judithiana é um centro, um outro centro.
Em conferência que não foi descaso, de título «Nós outras, as poetisas», Branca de Gonta Colaço, no ocaso do primeiro quartel do século XX, não omitiu o nome de Judith Teixeira no vasto rol de mulheres poetas convocadas como exemplo e produção literária. Lutando contra o destino, Teixeira publicará, pouco depois, a importante conferência «De mim».

O exercício judithiano dizia então que o nós de Branca de Gonta era a semente da convenção e do artificial. Um eu, em poesia, não poderia seu um nós. E ainda não é… 

Tuesday, November 01, 2016

Libânio da Silva e Judith Teixeira



Libânio da Silva é um reputado impressor e livreiro que José-Augusto França não esquece, lembrando-o mesmo como detentor de um admirável parque gráfico no primeiro quartel do século XX português. Foi nas máquinas da Imprensa Libânio da Silva que Judith Teixeira começou por desvelar o mais íntimo do seu íntimo em rizoma. O mistério e o risco desafiavam os tempos...

Sunday, October 09, 2016

René P. Garay e Judith Teixeira


É com saudade que convoco René Garay a esta via judithiana. Conheci-o pelo início do século, não sabendo ainda que a vida lhe viria, muito em breve, a pregar uma trágica partida. Eufóricos fomos judithianos até à medula. Nestas atas, que contêm as participações no colóquio «Percursos de Eros - Representações do erotismo», está presente o importante ensaio de Garay  «Judith Teixeira - A voz sáfica do Primeiro Modernismo Português» (pp. 141-154). Ocorrido o colóquio algum tempo antes, a publicação é de 2003.